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Compre ou alugue os melhores edifícios e condomínios da cidade e região

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Tanto o locador quanto o locatário possuem direitos e deveres para cumprir, no entanto a função de cada um nem sempre fica preestabelecida e clara para ambas as partes. Na assinatura do contrato há uma legislação que determina o papel de cada uma das partes no aluguel de um imóvel. A Lei 8.245/91 esclarece nos artigos 22 e 23 as obrigações do locador e locatário, evitando assim futuros conflitos entre eles. 
 
Em primeiro lugar é importante diferenciar os tipos de despesas do imóvel. Os custos ordinários, por exemplo, são gastos frequentes e indispensáveis para a manutenção do imóvel, como seguro, preservação, pequenos reparos e encargos fiscais. Já as despesas extraordinárias são aquelas que excedem o orçamento e, na maioria das vezes, são imprevisíveis como um vazamento, reforma, entre outras situações de emergência.
 
Na hora de fechar a conta, o pagamento das despesas ordinárias é de responsabilidade do morador do apartamento, ou seja, do locatário. Enquanto o custo com o restante, as  extraordinárias, é de responsabilidade do proprietário do apartamento, ou seja, do locador.
 



Inquilino:

- Salários e encargos trabalhistas dos funcionários;
- Seguro condominial;
- Limpeza, conservação e pintura das instalações e dependências de uso comum;
- Consumo de água, luz, esgoto;
- Manutenção e conservação dos jardins e equipamentos de lazer;
- Manutenção e conservação de elevadores, bombas hidráulicas, interfones, portões, segurança, etc.
 
Proprietário:

- Reformas e melhorias na estrutura;
- Indenizações trabalhistas anteriores à locação;
- Compra e instalação de equipamentos em geral;
- Decoração e paisagismo nas áreas comuns;
- Fundo de reserva.

 
As obrigações também devem ser cumpridas. O imóvel deve ser entregue em boas condições ao locatário e precisa ser devolvido no mesmo estado ao locador, assim como realizar o pagamento do aluguel em dia, utilizar o imóvel para fins que foram presumidos, além de levar imediatamente ao conhecimento do locador o surgimento de qualquer dano ou defeito estrutural e administrativo.


Imposto de Renda 2019

 
Está chegando a hora de colocar a papelada em dia e muita gente ainda está em dúvida sobre o que deve ou não incluir em seu Imposto de Renda. Neste ano, a Receita Federal está exigindo maior quantidade de documentos para declarar a posse de imóveis, solicitando além do endereço completo, inscrição do IPTU e a situação em 31 de dezembro do ano anterior, pede também Inscrição Municipal, Registro de Inscrição (RGI), documento que comprove a data de aquisição do bem e área total da construção.
 
A Receita Federal passou a exigir a presença da propriedade no Registro de Imóveis, para certificar a sua regularização e nesses casos, deverá ser informado a matrícula e o cartório que o imóvel foi registrado. Já para queles que ainda não realizaram o registro, será solicitado o número do imóvel, para que não ocorra confusão entre os contribuintes.
 
Pela tabela do IR atualmente em vigor, estão isentos do imposto os contribuintes que recebem até R$ 1.903,98 por mês, descontada a contribuição previdenciária.
 
O contribuinte deve preencher todos os campos da declaração com atenção, para evitar possíveis problemas futuros com a malha fina. O programa de declaração do IR ficará disponível para download no site da Receita Federal à partir do dia 28 de fevereiro. E o prazo de entrega começa em 2 de março e vai até dia 28 de abril. 

Imposto de Renda 2019

Neste ano a Declaração de Imposto de Renda começa no dia 1 de março, próxima sexta-feira 



Muitos brasileiros temem a declaração de IR (Imposto de Renda), no entanto já vamos avisando que esse assunto não precisa tirar o seu sono. Entre as principais dúvidas está a de declarar ou não o recibo de aluguéis, e a resposta é sim! O aluguel é um ganho que acrescenta em seu lucro mensal e deve constar em sua prestação de contas. Ter um imóvel alugado é como ter um negócio próprio com rendimentos tributável e que deve ser informado no IR, independentemente de qual seja o seu valor. O contribuinte deve declarar os seus rendimentos todos os anos e caso esse valor ultrapasse a porcentagem de isenção deverá pagar um imposto que varia entre 7,5 à 27,5%, relativo à sua remuneração anual. 
 
 
A primeira dica é buscar a ajuda de um contador profissional —  ele será a pessoa que irá instruí-lo sobre como realizar todo o processo de maneira adequada e sem erros. O proprietário do imóvel é responsável pelo pagamento mensal de IR referente aos valores recebidos de aluguel. 
 
Nesses casos, você pode realizar o pagamento através do Carne-Leão 2019, forma adotada pela Receita Federal para receber o pagamento mensal do IR para pessoas que não possuem uma retenção na fonte, ou seja, aqueles indivíduos que recebem remuneração de outras pessoas físicas, como no caso de aluguéis, autônomos e profissionais liberais. 
 

O PROCESSO É SIMPLES:

  1. Baixe o programa do Carnê-Leão do site oficial da Receita Federal;
  2. Declare os rendimentos de aluguel de cada mês na ficha Demonstrativo de Apuração;
  3. Assim que os rendimentos do mês forem lançados, o proprietário deve imprimir o Darf (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) e efetuar o pagamento do imposto devido.
 
A Receita Federal disponibiliza ainda um simulador online para você realizar o Cálculo do Carne-Leão 2019, facilitando na hora de saber qual o valor exato para pagar.
 
 


Termos e índices de que movimentam o mercado

Para você que está buscando um novo imóvel, saber o que significam alguns termos do ramo imobiliário pode ser muito útil na hora de fechar um negócio. Entre os diversos setores econômicos, há uma série de indicadores em comum, o que pode tornar esta tarefa mais fácil do que você imagina. 
 
FGTS
Essa sigla refere-se ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, um benefício concedido ao funcionário que tem carteira registrada, termo comum entre os trabalhadores. Esse recurso pode ser utilizado em caso de demissão ou compra de imóvel, podendo ser a oportunidade para você realizar o grande sonho de adquirir a casa própria. 
 
SFH
O Sistema Financeiro de Habilitação, é um modelo de financiamento usado por quem deseja comprar um imóvel com financiamento de até R$ 90 mil (um teto de até 50% do valor), sendo que o valor total da casa deve ser de até R$ 180 mil. Como fonte, esse sistema tem a Caderneta de Poupança e o FGTS. 

ITBI
Esse é o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis, um tributo brasileiro de competência municipal, sendo de responsabilidade de cada cidade as modificações necessárias. Esse Imposto atua sobre os imóveis e todos os direitos que opere sobre eles. Na hora da compra, é preciso saber que o ITBI decai sobre o valor cobrado na transferência da escritura da casa e que o comprador deve se responsabilizar por esses custos. 
 
SBPE
Com o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo você pode conseguir uma carta de crédito que utiliza recursos próprios facilita a aquisição da casa nova. Como esse sistema não possui limite, é muito utilizado, principalmente pelo tempo de sua quitação ser de 35 anos. 
 
INCC
Se você pretende construir, é preciso ficar de olho no  Índice Nacional de Custo de Construção.  Essa taxa é calculada mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas, medindo a flutuação de preços de produtos e insumos que podem ser utilizados  na construção de um empreendimento habitacional. As variações nos orçamentos disponíveis para construção irão variar de acordo com essas estatísticas, sendo ainda, utilizado para corrigir parcelas e o preço final ao longo da obra.
 
RI
O Registro de Incorporação é o documento onde as características do projeto de habitação são descritas, sendo fundamental para o esclarecimentos das informações sobre o empreendimento e para oficializar a comercialização do mesmo. Nele é possível encontrar o memorial descritivo, as condições da construção, todas as possibilidades de cômodos, entre outras informações sobre a casa. 
 
Gostou das informações? Lembre-se sempre, é preciso analisar todas as opções e buscar a que mais se encaixe no seu perfil de compra.


Cada coisa em seu lugar



Dificuldades para conciliar a organização da sua casa com a correria do dia a dia? A resposta para esse problema é praticidade! Não basta deixar tudo arrumado, você precisa otimizar espaço e adequar o ambiente à sua rotina de maneira funcional.
 
A primeira dica é deixar sempre os itens que você mais utiliza à vista, isso vale tanto para os utensílios de cozinha ou roupas e sapatos no quarto, pois assim você não precisa retirar várias peças do armário para encontrá-lo e ainda gasta menos tempo na busca. Móveis multifuncionais, com mais de uma utilidade na casa também são uma ótima opção, principalmente para quem tem pouco espaço.

 

Ganchos, caixas e potes podem ser seus aliados nesta tarefa. Utilize-os para guardar objetos dentro de gavetas e armários para manter a ordem. A forma com que você ordena as peças também pode ajudar te ajudar a ganhar espaço, as camisetas, por exemplo, devem ser dobradas na vertical em rolinhos para que ocupem menos .



Pratique o desapego
Uma peça entra e outra saí, essa regra deve valer dentro da casa. Faça faxinas e desapague daquilo que você não usa mais. Pare de acumular roupas, sapatos ou até mesmo móveisque estão apenas ocupando espaço sem nenhuma utilidade. Doe esses itens para pessoas que realmente necessitam.

Economize Água



Economize água e colabore com o meio ambiente e com o seu bolso!
 
Verão, praia, sol, calor e piscina. Na estação mais quente do ano é comum que o consumo de água seja maior, assim como os valores das contas mensais.  No entanto, é preciso ficar alerta ao desperdício, pois a água é fundamental para a nossa sobrevivência e está se tornando um recurso escasso. 
 
Aqui vão algumas dicas de como evitar o consumo excessivo:
 
- Mantenha o registro e o hidrômetro (relógio) sempre em bom estado, para evitar vazamentos e aumento de gastos de consumo na casa;
 
- Sempre feche a torneira enquanto você se ensaboa no banho ou escova os dentes;
 
- Coloque arejadores nas torneiras e chuveiros para aproveitar melhor a água e reduzir o consumo;
 
- Use mais vezes a vassoura ao invés da mangueira e quando a única solução para a limpeza for água, opte por baldes;
 
-  Verifique a necessidade de reparos nos equipamentos hidro sanitários;
 
- Lave a louça de maneira consciente;
 
- Evite lavar o carro e prefira fazer a limpeza do veículo com baldes ou lava-jatos;
 
- Não jogue óleo de fritura ou restos de alimentos na pia;
 
- Não deixe transbordar a água da caixa d’água, e mantenha-a tampada;
 
- Escolha plantas como cactos e suculentas para seu jardim, pois consomem menos água;
 
- Adapte a válvula de descarga convencional já existe em seu banheiro para o sistema “dual flush”, onde é possível escolher a intensidade de água liberada. 
 
Lembrando que reutilizar a água como, por exemplo, água da chuva, para a limpeza também é uma ótima ação de conscientização em prol ao planeta.
 


O valor de um imóvel na hora da compra é um dos assuntos que mais geram dúvidas. No início de 2019 as apostas para o aumento de venda é grande, assim como a expectativa de lucro por valores mais altos no mercado, sendo uma oportunidade para compras e vendas de propriedades. Mas como saber qual é o preço justo?
 
A primeira dica é a pesquisa! A internet facilitou o processo de busca, disponibilizando sites e blogsde imobiliárias, construtoras e anunciantes com valores e dicas para te guiar nessa escolha. Também é preciso levar em conta quesitos como infraestrutura, localização, condições de saneamento básico e o estado atual do imóvel, tanto na compra quanto na venda.



Entre os tipos de avaliação temos a mercadológica, que é realizada por um profissional credenciado pelos órgãos competentes. A avaliação simples, onde um corretor pode determinar a partir da busca e demanda, ou ainda, a avaliação em equipe, feita por um conjunto de profissionais que avaliam o imóvel e a partir desses estudos determinam o custo da propriedade. Já no caso dos compradores que pretendem adquirir um novo imóvel, a dica é pesquisar através de empresas confiáveis e sites para analisar diferentes valores e propostas.






Recursos do FGTS para financiar um imóvel sobem para R$ 1,5 milhão

Medida tomada como fonte de estímulo para fomentar o crédito habitacional

A partir do dia 1º de janeiro do próximo ano o limite do financiamento para a compra da casa com o auxilio do FGTS aumentará para R$ 1,5 milhão. A mudança foi aprovado no dia 31 de julho pelo Conselho Monetário Nacional (CMN e será validada para os acordos realizados a partir do primeiro mês de 2019, com juro máximo de 12% ao ano mais correção monetária pela TR.

Atualmente o limite é de R$ 950 mil para imóveis nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte, enquanto no restante do país o valor é de R$ 800 mil. 

Juntamente com as novas normas não haverá  mais a obrigatoriedade de aplicação dos recursos pelas condições do SFH, assim os bancos e com taxas livres de juros. A previsão do Banco Central é que as novas regras injetem cerca de R$80 bilhões no crédito imobiliário dentro dos próximos seis anos e nos casos onde o comprador não tiver dinheiro no fundo de garantia para investir no negócio passará a ter limite de valor com liberdade para decidir o índice de correção do valor dos contratos. 

De acordo com o CMN os bancos que financiarem imóveis de até R$500 mil poderão multiplicar esse valor por 1,2 na hora da soma para o crédito imobiliário, incentivando assim que a população com maior déficit habitacional possa adquirir sua casa própria.

O teto de R$ 1,5 milhão já havia vigorado temporariamente entre fevereiro e dezembro de 2017.

Decoração: Sua casa, sua cara

Criatividade e inovação podem ser a resposta para decorar seu imóvel alugado sem fazer um grande investimento

Diversas vezes o entusiasmo de decorar a casa nova é ignorado por medo de investir em um imóvel que não é próprio. Por isso, hoje daremos algumas dicas de como deixar a casa alugada com o seu estilo e sem gastar muito. Ampliar os ambientes e colocar paredes ou portas é uma opção pouco viável, o ideal é apostar nos detalhes. Papéis de parede, pintura, iluminação e objetos decorativos são mais baratos e versáteis para customizar os cômodos.

Na hora da compra não invista em móveis planejados, assim fica mais fácil encaixar sua mobília em qualquer tipo de casa, fazendo com que a escolha do imóvel seja mais fácil e agradável. Deixar um ambiente aconchegante não depende de itens caros, mas sim de bom gosto e paciência.

Nem sempre uma parede branca é um item simples da casa, ela pode ser sobreposta por cores e detalhes que farão toda a diferença, sendo compostas por peças coloridas ou até mesmo adesivos, trazendo um diferencial para o ambiente com baixos custos.

Luzes são sempre bem-vindas. As luminárias causam um efeito forte, podendo remeter diferentes estilos e charme ao cômodo. Cores e texturas sempre trazem originalidade, tons claros, por exemplo, são ótimos para ambientes pequenos, pois proporcionam a sensação de um ambiente mais amplo e elegante.

Salas de jantar e cozinhas integradas também tem se popularizado nos últimos anos, trazendo uma tendência que se difundiu por ser uma ótima solução para casas pequenas, lembrando que os espelhos podem ajudar a compor a decoração e aumentar o espaço.

                Agora é com você, abuse de sua criatividade e deixe sua casa ainda mais agradável!


QUEM AMA CUIDA.

Cerca de 90% dos acidentes domésticos são causados por quedas graves.
 
Muitas vezes não damos devidas atenções a atividades cotidianas e nos esquecemos que os danos que elas podem causar dentro de nossa própria casa. Os acidentes domésticos acontecem principalmente com crianças e idosos, onde objetos e situações que parecem inofensivas, mas podem ocasionar um desastre.
 
As quedas representam a maior parte dos acidentes domésticos, a preocupação com as condições do ambiente como, por exemplo, iluminação, tapetes, degraus e objetos espalhados pelo chão. Evitar deixar produtos químicos acessíveis também deve ser uma das principais cautelas da sua casa. Os produtos de limpeza representam um grande perigo, pois podem respingar nos olhos em um momento de distração ou serem ingeridos, provocando intoxicação de diferentes graus. Já os medicamentos precisam de um cuidado especial, ficando fora de seu alcance para evitar curiosidade, os cuidados com a validade também precisam de atenção.
 
DICAS:
 
Cozinha

É o cômodo mais perigoso da casa para crianças, pois lá estão os objetos pontiagudos (como facas e garfos) e o fogão. Confira como evitar cortes,lacerações, queimaduras e intoxicações nos pequenos:
- Se possível, deixe o bujão de gás do lado de fora.
- Quando for cozinhar, prefira utilizar as bocas de trás do fogão e vire os cabos das panelas para o lado da parede ou para dentro do fogão. Isso evita que a criança possa tentar alcançá-lo.
- Os objetos cortantes (facas, garfos, copos de vidro, espetos etc.) devem ficar em gavetas e armários com travas.
- Fósforos e isqueiros também precisam ser mantidos em áreas com trancas e de difícil acesso.
- Recolha os fios de eletrodomésticos. Uma alternativa é enrolá-los com elásticos.
- Mantenha sempre produtos de limpeza em suas embalagens originais. Quando não for possível, coloque avisos alertando o que há dentro de cada garrafa. Guarde essas embalagens fora do alcance de crianças e longe de bebidas e alimentos.  
- Nunca deixe a criança no banheiro sem a supervisão de um adulto.

Banheiro

É o segundo ambiente do lar que mais oferece riscos para as crianças.
- Mantenha a porta fechada sempre que possível.
- Mantenha a tampa do vaso sanitário fechada. É interessante adquirir uma trava.
- Certifique-se de que o piso do cômodo está sempre seco e coloque tapetes antiderrapantes em áreas onde ele costuma ficar molhado.
- Disponha medicamentos e cosméticos em armários altos que a criança alcança. Se os armários foram baixos, tranque-os.
- Retire aparelhos elétricos da tomada após o uso.
- Confira periodicamente o funcionamento do aquecedor de gás do banheiro.
 

Quarto infantil

- Opte por móveis de cantos arredondados. As quinas são perigosas para bebês que estão aprendendo a andar. Em casos de móveis com quinas, cubra-os com protetores de silicone.
- Evite móveis com rodinhas e posicione-os longe de janelas.
- Guarde todos os brinquedos após brincar. Objetos espalhados pelo chão causam acidentes e tombos.
- Atente-se aos brinquedos que são oferecidos às crianças. Considere a idade seguindo as recomendações do fabricante e confie apenas naqueles com o selo do Inmetro.
- Evite televisão e abajures no quarto da criança.
- Assegure-se que a cama da criança possui proteção lateral, como grades. 
- Tenha cuidado ao optar por beliches. Eles devem ter grades.
- Prenda cortinas para evitar asfixia. Por essa mesma razão, prenda os cobertores e lençóis nos “pés” da cama.

Quarto do adulto

- Fumar no lar aumenta os riscos de incêndio. Tome cuidado e evite.
- Posicione a televisão e os aparelhos eletrônicos em móveis estáveis (sem rodinhas). 
- Evite utilizar a mesma tomada para mais de um eletrodoméstico.
- Cuidado com bolinhas de naftalina no armário. Se realmente precisar, coloque-as em uma área em que a criança não consiga acessar.

Sala

- Posicione sofás ou cadeiras longe das janelas.
- Coloque portões ou grades no primeiro e no último degrau das escadas.
- Guarde bebidas alcoólicas em armários altos e trancados.
- Mantenha os fios de eletrônicos enrolados.
- Evite cortinas com puxadores (como as persianas), pois eles podem ocasionar enforcamento.
- Cuidado com planas ornamentais muito pontudas.

Jardim, quintal e lavanderia

- Cerque a piscina e mantenha o portão sempre fechado. Também é válido cobrir com lona e adquirir um alarme.
- Mantenha as crianças longe de churrasqueiras e não utilize álcool líquido, pois ele eleva o risco de incêndio.
- Pesticidas, herbicidas e produtos de carro precisam ser mantidos em armários elevados.
- Informe-se sobre plaanta tóxicas e evite-as dentro de casa.
- Não deixe baldes e bacias com água no chão. Coloque-os sempre em locais altos.
- Verifique a fixação do tanque de lavar roupas e evite deixa-lo cheio de água.

Em todos os cômodos

- Garanta que a fiação da casa esteja em bom estado e presa ao teto.
- Confira se a iluminação em todos os ambientes é o suficiente.
- Proteja as tomadas elétricas que estão fora de uso.
- Janelas e sacadas receber redes ou grades de proteção.
- Se houver portas de vidro no ambiente, sinalize-as.
- Prefira móveis de cantos arredondados. Caso não seja possível, adquira protetores de quina.




Comprar ou alugar um imóvel, qual a melhor opção?


Preparem as calculadoras, pois elas são os melhores indicadores para você analisar qual é o melhor.
 
Colocar as despesas na ponta do lápis é o primeiro passo para te ajudar a decidir o que terá maior custo-benefício na hora de realizar a aquisição da casa nova. Em alguns casos a renda familiar não é proporcional aos valores de juros e impostos de uma casa própria, podendo comprometer gastos mensais com contas de consumo como energia, água e alimentação. Entre os quesitos que mais pesam na hora da escolha está o tempo de permanência no imóvel e a procedência do novo contrato. 
 
O sonho da casa própria é muitas vezes um ótimo investimento, mas é preciso se atentar aos gastos que vão além do valor total do imóvel. Anualmente o proprietário precisa arcar com custos de IPTU e manutenção para mantê-lo em bom estado. Para aqueles que irão financiar grande parte do valor, recomenda-se estabelecer um prazo final para o financiamento e calcular o valor dos juros e inclui-los no custo final da nova casa.
 
A localidade também é muito importante na hora da decisão final, os custos com transporte e tempo gasto para locomoção devem fazer parte da lista de prós e contras. O tamanho do imóvel deve ser aconchegante para a sua família e para o bolso, evitando assim problemas futuros.
 
Recorrer a um corretor de imóveis pode ser bem vantajoso, pois um profissional da área irá te ajudar a encontrar os melhores negócios e o imóvel que seja ideal para você.



A conta de luz pode ficar mais cara!
 
Reajustes na conta de energia podem aumentar até 3,86% o valor mensal
 
Na última terça-feira (17), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um reajuste na receita anual com aumentos nos valores de 45,52% para 69 hidrelétricas que atuam no regime de cotas – implantado em 2012 por meio da Medida Provisória nº 579 - que serão repassados entre os meses de julho de 2018 a junho de 2019 com uma remuneração total de R$ 7, 944 bilhões. A nova medida ocasionará uma elevação nas contas mensais de energia que podem variar entre 0,02% até 3,86%. 
Os novos valores começarão a valer apenas depois que a Aneel estipular uma data para o reajuste de cada usina. O percentual de acréscimo irá variar de acordo com a quantidade de compra de energia de cada distribuidora, gerando custos diferentes para o consumidor de cada hidrelétrica.
A receita anual é calculada avaliando os Custos da Gestão dos Ativos de Geração (GAG), com encargos de uso e conexão, receita adicional por remuneração de investimentos em melhorias de pequeno e grande porte, investimentos em bens não reversíveis, Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica, custos associados aos programas de Pesquisa e Desenvolvimento, Eficiência Energética e eventuais ajustes.
Essa medida tem o intuito principalmente de ressarcir 33 das 69 usinas que foram relicitadas entre 2015 a 2017 ao invés de terem a concessão renovada. No ciclo anterior o valor arrecadado pelas usinas foi de R$ 5,459 bilhões e desses R$ 7,944 bilhões que serão direcionados para o acerto, R$ 2,780 bilhões serão cobrados dos consumidores para ressarcir essas empresas.





Novas modalidades de financiamento tem resultado positivo no primeiro trimestre de 2018.

A grande expectativa para o ano de 2018 era o crescimento do cenário financeiro após a crise do ano anterior. De acordo com Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Senai Nacional, somente no primeiro trimestre, o mercado imobiliário teve um aumento de 10% nas vendas de imóveis. 

A medida proposta pelos bancos e financiadores para reaquecer o comércio e compensar a queda de investimentos de empresas foi o realinhamento das taxas de juros com maior facilidade de financiamento, oferecendo subsídios de crédito imobiliário e crédito de pessoa física de até 80% do valor do imóvel. Diversas propostas, como o projeto “Minha Casa Minha Vida”, oferecem financiamento com condições que se adequam com a renda familiar, conciliando créditos e juros de cada tipo de financiamento.

Os benefícios oferecidos pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e pela linha pró-cotista ainda possuem valores mais baixos, pois são regulados pelo governo e aplicam recursos da poupança e do FGTS.

A competição de crédito se deu com a baixa dos juros da Caixa Econômica Federal, no dia 16 de abril, caindo de 10,25% para 9% ao ano, sucedido pelo Bradesco que diminuiu de 9,3% para 8,85% ao ano no SFH e de 9,7% para 9,3% ao ano no SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário). Já no Santander, a taxa de juros foi reduzida de 9,49% para 8,99% ao ano no SFH e de 9,99% para 9,49% ao ano no SFI. Por último, o Itaú diminui de 9% para 8,8% ao ano no SFH e de 9,5% para 9,3% ao ano no SFI.

O mercado imobiliário pode crescer ainda mais ao longo do ano, por conta da melhora em comparação aos valores da mesma data do ano anterior. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), os avanços do primeiro semestre de 2017 subiram cerca de 11,2%.


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